01 fevereiro 2013

16ª Jornada do Campeonato Distrital da 1º Divisão

 

Aldenovense 7 GDA 0

              Em jogo contar para a 16ª jornada do Campeonato Distrital da 1ª Divisão o  GDA deslocou-se ao reduto do Aldenovense e saiu derrotado por 7-0.
 Numa tardefria e chuvosa o GDA entrou no jogo procurando afastar o Aldenovense da nossa área e sair em rápidas transições defesa/ataque, no entanto o adversário era mais forte e aproveitava o fator relvado natural, facto que originou muitas quedas dos nossos jogadores pois jogavam com botas de futebol para sintético.
O Aldenovense inaugura o marcador aos 20 minutos e faz o 2-0 aos 29.
No recomeço o GDA tenta reagir e até aos 60 minutos conseguiu suster o ímpeto adversário e chegar perto da área contrária.
O Aldenovense chega ao terceiro golo aos 65 minutos e nada fazia prever o que se seguiu, o GDA sofre mais 4 golos até ao minuto 80 e sai vergado ao peso de uma derrota por números muito pesados.
O GDA alinhou com Jorge Batardinho, Ricardo Correia, Garrido, Quim, Tonico, Very, Bruno, Márcio, Jorge Costa, Fradinho e José Belo.
Aos 65 minutos Samuel substituiu José Belo, aos 70 Hugo substituiu Márcio e aos 89 Pedro entrou para o lugar de Very.
Quim foi admoestado com o cartão amarelo.
No próximo Domingo pausa no Campeonato dando lugar à Taça Distrito de Beja com a realização dos Quartos de Final com o GDA a receber no Campo das Cancelinhas o Cabeça Gorda.

24 janeiro 2013


G.D.AMARELEJENSE PRESENTE NO “CAIXA FUTEBOL CAMPUS”

Fruto do trabalho desenvolvido pelos atletas, técnicos e dirigentes do Clube, foram chamados ao Seixal para prestar provas no passado dia 13, os atletas Infantis:
·                   Luis Valente
·                   Verissimo Valente
·                   José Candeias
Apesar do esforço material e humano, a Direcção chamou a si toda a responsabilidade da deslocação fazendo-se representar por dois dirigentes que, juntamente com os pais, acompanharam os promissores atletas.
Parabéns aos pais e atletas pela experiência tida.

A DIRECÇÃO

20 janeiro 2013

Odemirense 3 GDA 0

             Em jogo a contar para a 15ª Jornada do Campeonato Distrital da 1ª Divisão o GDA deslocou-se a Odemira e  perdeu com o Odemirense por 3-0.
            Numa tarde de muito frio e chuva o GA entrou no jogo a perder pois aos 19 segundos de jogo bola nas costas da nossa defesa e aparece isolado Carino a fazer o golo.
            Pior do que esta entrada em jogo só mesmo sofrer outro golo e este apareceu aos 10 minutos quando na transforção de um canto direto Idálio loução faz o segundo da tarde.
           Pensou-se na altura nas bancadas que o GDA baixaria os braços e sofreria uma goleada histórica, nada mais falso, os guerreiros do GDA arregaçaram as mangas e partiram para uma exibição a que só faltaram os golos, por grande mérito do GR contrário.
           Aos 20 minutos Jorge Costa tem uma diagonal de fora para dentro no lado esquerdo da área, remata em arco e quando já se gritava golo aparece o GR a fazer uma defesa monumental.
           Poucos minutos volvidos, grande passe de rotura de Bruno isola José Belo que bate os defesas em velocidade e vê o GR fazer uma grande mancha a evitar o golo.
           Em cima do intervalo Fradinho vê o GR ligeiramente adiantado, remata em balão e mais uma vez o GR faz um golpe de rins fantástico a evitar o golo.
           Na segunda parte o GDA entrou com vontade de reduzir a diferença mas a estratégia foi água abaixo logo aos 49 minutos, mais um erro defensivo permite a Ruben Silva fazer o 3-0.
Até final o GDA tentou tudo mas o golo merecido não havia de aparecer.
          O GDA alinhou com Jorge Batardinho, Ricardo Ferreira, José Carlos, Garrido, Tonico, Bruno, Very, Óscar, Jorge Costa, Fradinho e José Belo.
Aos 45 minutos pedro Marques substituiu Óscar, aos 60 Samuel substituiu Fradinho e aos 73 Álvaro entrou para o lugar de Bruno.
José Belo e Álvaro foram admoestados com o cartão amarelo.
          No próximo Domingo deslocação ao campo do Aldenovense.

AGENDA PARA O FIM-DE-SEMANA DE 26/27JAN2013

SÁBADO 26JAN2013


DOMINGO 27JAN2013

15H00 C. A. ALDENOVENSE - G. D. AMARELEJENSE (SENIORES)

RESULTADO DOS JOGOS REALIZADOS NO FIM-DE-SEMANA

SÁBADO

F. C. SERPA 0 - G. D. AMARELEJENSE 4 (INFANTIS)


DOMINGO

G. D. AMARELEJENSE 2 - CCD Bº. CONCEIÇÃO 0 (INICIADOS)

18 janeiro 2013

Diário do Alentejo entrevista Presidente António Tereno

Presidente do Amarelejense elogia jogadores com amor à camisola: Um exemplo “de puro amadorismo”




Com mais de 70 anos de história, o Grupo Desportivo Amarelejense tem um percurso com altos e baixos, comum a muitos outros clubes, mas esteve em evidência quando recusou competir numa 2.ª divisão com seis clubes, inviabilizando a disputa de um campeonato a quatro voltas.

Texto e foto Firmino Paixão

António Tereno, 49 anos, ex-militar, é presidente do clube há três anos e assumiu a 1.ª divisão como opção consciente. O melhor para o seu clube, numa terra populosa (2 564 habitantes), mas onde a falta de apoio ao associativismo impede um efetivo trabalho de formação junto dos jovens. Conheçamos, pois, um pouco mais deste emblema, cujo líder deixa o desafio aos seus conterrâneos para que “se envolvam e acarinhem o clube e que estejam disponíveis para no próximo ato eleitoral de julho darem continuidade ao que foi feito nos últimos três anos”.

Como avalia a participação do Amarelejense neste campeonato?

Posso dizer-lhe que os resultados têm superado as expectativas. Aqui reina o puro amadorismo, esta gente trabalha com gosto pela camisola, defendem-na de forma brilhante dentro do campo e sem outras contrapartidas que não sejam um petisco aqui ou acolá. Quando aceitámos o convite para disputar a 1.ª divisão tivemos consciência que as dificuldades seriam imensas.

Valeu a pena terem tomado essa decisão?

Com o número de equipas que estava previsto para a 2.ª divisão distrital, a qualidade do futebol nesse escalão, que nós, no fundo, também alimentávamos participando nela, os custos inerentes e o facto de as equipas se encontrarem demasiadas vezes, não faria qualquer sentido esse campeonato. Não era uma forma de defender o futebol deste distrito. Defendemos outro escalonamento, que seria a participação conjunta de todos os que quisessem competir, mas houve quem entendesse que essa não era a melhor solução. Posteriormente fomos convidados a assumir a 1.ª divisão, aceitámos e tomámos a melhor decisão.

O plantel tem mostrado alguma qualidade competitiva…

Quisemos melhorar a qualidade do plantel, mas não tivemos forma de cativar jogadores. O Barrancos fechou a porta e vimos ali uma solução para melhorarmos o nosso plantel, fomos lá e voltámos com uma mão cheia de nada. As pessoas continuam a desconfiar que esta forma de encarar o futebol já não existe. Somos, certamente, a exceção na 1.ª divisão distrital, na forma como os atletas atuam, a troco de nada.

Que objetivos perseguem?

As nossas metas eram, tão simplesmente, dignificarmos ao máximo, e em cada jogo, o nome do clube. Com as perdas que temos e a qualidade que possuímos praticando o melhor futebol possível, com a consciência de que, independentemente do número de equipas que vier a descer no final da época, o papel dos atletas ficará sempre preservado e a nossa prestação como dirigentes também, pois não enganámos ninguém no início da época.

A comunidade local revê-se neste trabalho e apoia a equipa?

Os amarelejenses têm a experiência de um passado, mais ou menos recente, em que o Amarelejense andou nos patamares cimeiros, bem colocado na primeira divisão e com muito bom futebol. A comunidade ainda recorda que no final de uma época brilhante o Amarelejense fechou a porta. Tenho a certeza de que os sócios e simpatizantes que acompanham o clube querem que ele continue em atividade na época 2013/2014, por isso preferem que o clube dê os passos à medida da perna e não viva acima das possibilidades, como fazem outros clubes.

A situação geográfica acentua as dificuldades financeiras?

Chegámos à conclusão de que seria mais cara a participação num campeonato na 2.ª divisão a quatro voltas, do que disputar a 1.ª divisão distrital, com o maior prestígio que isso implica para o clube, atletas e associados. Mas não vimos agravadas as nossas despesas com a disputa deste campeonato. O grande suporte de apoio ao Amarelejense, a verdade terá que ser dita e na minha boca ela andará sempre na linha da frente, é o município de Moura.

Que trabalho faz o Amarelejense nos escalões de formação?

Durante estes três anos na presidência do clube essa questão preocupou-me sempre e a prova é que, no segundo ano, eu próprio estive à frente da equipa de benjamins. A Amareleja, em termos de natalidade, contraria um pouco, e pela positiva, aquilo que é a média nacional. Não nos faltam jovens, mas temos dificuldade no seu enquadramento pelos adultos, com mais ou menos formação, mas que sejam responsáveis e queiram dar um pequeno contributo ao clube. Temos apenas equipas de infantis e de iniciados, não conseguimos arranjar quem queira dar uma mão ao clube de forma graciosa.

O clube tem excelentes instalações…

Por vezes dou comigo quase a querer certificar-me de que isto é nosso. Parece que foi por engano que este espaço foi criado em Amareleja. E digo isto, porque, em quase 40 anos após a revolução, muito mais poderia ter sido feito nesta terra. As nossas instalações fazem inveja a muitos outros clubes, por isso nós tentamos preservá-las da melhor forma.